Crises cambiais · 1ª geração · Krugman (1979) · acesso livre

A crise anunciada: quando o câmbio fixo cai por conta própria

O governo mantém o câmbio fixo e, ao mesmo tempo, financia o déficit criando crédito doméstico. Para segurar a paridade, o banco central vende reservas todo mês. Aperte ▶ e veja por que o ataque especulativo chega antes de as reservas acabarem.

Câmbio efetivo Câmbio sombra Crédito doméstico Reservas Ataque

Leitura do gráfico

Motor

Três números decidem se a paridade sobrevive e quando ela cai.

Fixos no modelo: paridade de 2,00 por dólar, base monetária de 100 bilhões e juro externo de 0,5% ao mês.

Cenários

Cada um monta o motor e roda a linha do tempo.

Modelo: versão linear de Flood e Garber (1984) para Krugman (1979). Demanda por moeda M = β·S − α·Ṡ, com β = 50, paridade do poder de compra (P = S, P* = 1), paridade descoberta de juros e previsão perfeita. Base monetária M = D + R. Câmbio sombra S̃(t) = D(t)/β + αμ/β². Ataque em T = R₀/μ − α/β. Valores em bilhões de moeda nacional (MN). Leia a dedução no guia.